Discutimos também, novamente sobre a construção dos projetos, que devem me ser apresentados até 25 de novembro, no próximo encontro. O 10º, o último.
Também dediquei um tempo para falarmos sobre a organização do portifólio. Entreguei-lhes um cd com orientações para formatação do portifólio, bem como todos os TPS , AAAS e avaliações de entrada e saída digitalizados. Iria , neste momento , entregar as avaliações de saída para serem aplicadas nas escolas, mas por responsabilidade da gráfica, só o farei no dia 25 - 11.
O Gestar II chega ao fim, fechamos um ciclo: o ciclo dos encontros mensais. Mas estes 10 meses de discussão, risos e estudo nos fornece novas perspectivas, novos olhares para outros ciclos, tantos outros que farão parte da nossa prática pedagógica, que nunca mais será a mesma depois do Gestar.
Sei que muitas dúvidas ficaram, porém sei também que muitos portais foram abertos para os meus queridos cursistas, que muitas foram as provocações e que estas é que serão as propulsoras das pesquisas que , cada um fará, de acordo com sua necessidade. O material do Gestar II é uma fonte inesgotável de possibilidades. Tenhamos sede, provoquemos sede em nossos alunos, pois a fonte Gestar é nossa!
Agradeço a todos e todas que estiveram comigo nesta jornada: meus cursistas, meus colegas de curso, meu professor Madson Diniz, minha querida Betânia Soares.
“Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”, João Guimarães Rosa.
Finalizo com a sabedoria de João Cabral de Melo Neto.
Tecendo a manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
Vejamos os melhores momentos:









